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Notas

  1. O nome "Karl Heinrich Marx", utilizado em vários dicionários, baseia-se em um erro. Sua certidão de nascimento diz "Carl Marx", e em outros lugares "Karl Marx" é usado. "KH Marx" é usado apenas em suas coleções de poesia e na transcrição de sua dissertação, porque Marx quis homenagear seu pai, que morreu em 1838 e chamava a si mesmo "Karl Heinrich" em três documentos. O artigo de Friedrich Engels "Marx, Karl Heinrich" em Handwörterbuch der Staatswissenschaften (Jena, 1892, coluna 1130 a 1133, ver Marx/Engels Collected Works Volume 22, pp. 337–345) não diz que Marx tinha um nome do meio. Veja Heinz Monz: Karl Marx. Grundlagen zu Leben und Werk. NCO-Verlag, Trier 1973, p. 214 e 354, respectivamente.
  2. Ludwig Feuerbach foi um filósofo materialista que atraiu muita atenção de intelectuais de sua época. Publicou, em 1841, uma obra chamada A Essência do Cristianismo, que teve influência importante sobre Marx, Engels e os Jovens Hegelianos. Nela, Feuerbach criticou duramente Hegel, e afirmou que a religião consiste numa projeção dos desejos humanos e numa forma de alienação. É de Feuerbach a concepção de que, em Hegel, a lógica dialética está "de cabeça para baixo", porque apresenta o homem como um atributo do pensamento ao invés do pensamento como um atributo do homem. O contato de Marx com as ideias feuerbachianas foi determinante para a formulação de sua crítica radical da religião e das "concepções invertidas" de Hegel.[49]

Referências

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  18. “A acumulação do capital não faz mais que reproduzir as relações do capital numa escala mais alargada, com mais capitalistas ou mais grandes capitalistas por um lado, mais assalariados por outro... A acumulação do capital é, então, ao mesmo tempo, aumento do proletariado” (Marx, O Capital, Tomo 3).
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