Al-Qaeda | história
English: Al-Qaeda

História

Jihad afegã

A Al-Qaeda teve seu embrião na Maktab al-Khadamat (MAK), uma organização formada por Mujahidin que lutavam para instalar um estado islâmico durante a Guerra soviética no Afeganistão nos anos 1980. A organização foi inicialmente financiada pela CIA. Osama Bin Laden foi um dos fundadores da MAK, juntamente com o militante palestino Abdullah Yusuf Azzam. O papel da MAK era angariar fundos de tantas fontes quanto possível (incluindo doações de todo o Oriente Médio), para treinar pessoas de todo o mundo para a guerra de guerrilha e para transportar os combatentes para o Afeganistão. A MAK foi custeada em sua maioria com doações de milionários islâmicos, mas também foi abertamente auxiliada pelos governos do Paquistão e Arábia Saudita, e indiretamente pelos Estados Unidos, que direcionou grande parte de seu apoio através do serviço de inteligência paquistanês ISI (sigla para Inter-Services Intelligence). Durante a segunda metade dos anos 1980 a MAK era um grupamento relativamente pequeno no Afeganistão, sem combatentes afiliados, apenas concentrando suas atividades no levantamento de fundos, logística, habitação, educação, auxílio a refugiados, recrutamento e financiamento de outros Mujahidin. Em 1988, Osama Bin Laden, juntamente com alguns ex-integrantes do MAK, fundou a Al-Qaeda[23].

Depois de uma longa e cara guerra que durou nove anos, a União Soviética retirou suas tropas do Afeganistão em 1989. O governo socialista afegão de Mohammed Najibullah foi rapidamente destituído em favor de partidários dos Mujahidin. Com a falta de acordo dos Mujahidin na escolha de uma estrutura governamental, sua anarquia sofreu as consequências de constantes mudanças no controle de territórios problemáticos, sucumbindo sob alianças insurgentes e discórdias entre líderes regionais.

Ultrapassando os limites do Afeganistão

Perto do fim da guerra afegã-soviética, alguns Mujahidins quiseram expandir suas operações para incluir alguns esforços islâmicos em outras partes do mundo[carece de fontes?]. Algumas organizações sobrepostas e inter-relacionadas foram formadas para suportar estas aspirações.

Uma dessas organizações seria eventualmente chamada Al-Qaeda, fundada por Osama Bin Laden em 1988. Bin Laden quis estender o conflito para operações não-militares em outras partes do mundo[carece de fontes?]; Azzam, por outro lado, quis manter-se focado em campanhas militares[carece de fontes?]. Após o assassinato de Azzan em 1989, a MAK dividiu-se, com um número significante de membros se juntando à organização de Bin Laden.

Guerra do Golfo: o início da inimizade com os Estados Unidos

Seguindo a retirada soviética do Afeganistão, Osama Bin Laden retorna para a Arábia Saudita. A invasão iraquiana no Kuwait em 1990 pôs em risco o comando da Casa de Saud pelos sauditas, tanto por dissidentes internos quanto pela iminente possibilidade de um futuro expansionismo iraquiano. Face à maciça presença militar iraquiana, os sauditas eram bem armados, porém defasados em número. Bin Laden ofereceu os serviços de seus Mujahidin ao Rei Fahd para proteger a Arábia Saudita do exército iraquiano. Mas do ponto de vista estratégico, a Arábia Saudita era a única ligação terrestre possível para forças internacionais inibirem uma invasão iraquiana e expulsarem os iraquianos do Kuwait.

Depois de muita deliberação, o rei saudita recusou a oferta de Bin Laden e optou por deixar os Estados Unidos e as tropas aliadas montarem acampamento em seu país. Bin Laden considerou a decisão um ultraje. Ele acreditava que a presença de estrangeiros na terra das duas mesquitas (Meca e Medina) profanaria solo sagrado. Depois de criticar publicamente o governo saudita por acolher o exército estadunidense, Bin Laden foi exilado e teve sua cidadania saudita revogada.

Sudão

Em 1991, a Frente Nacional Islâmica do Sudão, um grupo islâmico que tinha ganho poder recentemente, após o golpe militar liderado pelo coronel Omar al-Bashir, convidou a Al-Qaeda à deslocar suas operações para dentro de seu país. Por vários anos, a Al-Qaeda gerenciou vários negócios (incluindo negócios de importação/exportação, fazendas, e empresas de construção) no que pode ser considerado um período de consolidação financeira. O grupo foi responsável pela construção de uma grande auto-estrada de 1.200 km conectando a capital Cartum ao Porto do Sudão. Mas também gerenciou alguns campos onde aspirantes foram treinados ao uso de armas de fogos e explosivos.

O rompimento decisivo de Bin Laden, contra a família Saudita, ocorreu em 1993, quando a Arábia Saudita deu apoio ao Acordos de paz de Oslo, que definiu um caminho para a paz entre Israel e os Palestinos.[24]

Zawahiri e o Egyptian Islamic Jihad, que serviam como o núcleo da Al-Qaeda, mas também envolvidas em operações separadas contra o governo egípcio, tiveram azar no Sudão. Em 1993, uma jovem estudante foi morta em uma tentativa mal sucedida da Egyptian Islamic Jihad contra a vida do primeiro-ministro egípcio, Atef Sedki. A opinião pública egípcia voltou-se contra os atentados islâmicos, e a polícia prendeu 280 membros da Al-Jihad e executou seis.[25]

Devido as criticas contínuas de Bin Laden contra o Rei Fahd da Arábia Saudita, em 5 de março de 1994 Fahd enviou um emissário ao Sudão exigindo o passaporte de Bin Laden; a cidadania saudita de Bin Laden também foi revogada. Sua família foi convencida a cortar seu salário mensal, de US $ 7 milhões (11 000 000 dólares hoje) por ano, e seus bens sauditas foram congelados.[26][27] Sua família publicamente o deserdou. Há controvérsia sobre se e em que medida ele continuou a angariar o apoio dos membros de sua família e/ou do governo saudita.[28]

Em 1996, Osama Bin Laden foi convidado a se retirar do Sudão depois que o Egito e os Estados Unidos pressionaram para a sua expulsão, citando possíveis ligações dele com a tentativa de assassinato ao Presidente Hosni Mubarak do Egito durante sua visita em Adis Abeba. Há uma controvérsia sobre se o Sudão ofereceu entregar Bin Laden para os Estados Unidos antes de sua expulsão. O governo sudanês nunca fez realmente esta oferta, mas estava preparado para entregá-lo à Arábia Saudita, que se recusou a recebê-lo.

Osama Bin Laden deixou finalmente o Sudão em uma operação bem planejada e executada, acompanhado por cerca de 200 de seus seguidores e suas famílias, que viajaram diretamente para Jalalabad no Afeganistão no final do ano de 1996.

Bósnia e Herzegovina

A separação da Bósnia da multicultural federação da Iugoslávia e a subsequente declaração da independência da Bósnia e Herzegovina em outubro de 1991, abriu um novo conflito étnico e quase religioso no coração da Europa.

Na Bósnia e Herzegovina havia várias etnias diferentes com uma maioria nominal muçulmana, mas com números significantes de outras etnias, como a Sérvia, que é Cristã Ortodoxa e a Croácia, que é Católica Romana, distribuídas pelo seu território. Ela se constituía em um grande porém fraco componente militar da antiga Iugoslávia, e a desintegração Iugoslava acabou deixando alguns sérvios e croatas dentro da Bósnia, suportados pelos seus estados adjacentes emergentes, engajados em um conflito triplo contra a porção Bósnia dominada.

Veteranos árabes radicais da guerra contra os soviéticos no Afeganistão buscavam na Bósnia uma nova oportunidade de defender o Islã. Cercados em duas frentes e aparentemente abandonados pelo oeste, o regime bósnio ansiava aceitar qualquer ajuda que pudesse conseguir, militar ou financeira, incluindo a vinda de várias organizações islâmicas, sendo a Al-Qaeda uma delas.[29]

Vários associados a Osama bin Laden (mais notadamente, o saudita Khalid bin Udah bin Muhammad al-Harbi, vulgo Abu Sulaiman al-Makki) se juntaram ao conflito na Bósnia,[30] mas enquanto a Al-Qaeda deve ter visto inicialmente a Bósnia como uma possível ponte, que lhe permitiria a radicalização dos europeus muçulmanos, para operações contra outros estados europeus e os Estados Unidos, a Bósnia deve ter sido secularizada por gerações e seu interesse em lutar estava amplamente limitado em assegurar a sobrevivência do estado nascente.

O Mujahidin da Bósnia (que compreendia amplamente os veteranos árabes de guerra Afegã e não necessariamente os membros da Al-Qaeda) eram operados como uma ampla força autônoma dentro da Bósnia central. Enquanto sua bravura no combate inicialmente atraiu um pequeno número de bósnios nativos para que se juntassem a eles, sua brutalidade e o crescente número de atrocidades cometidas contra civis chocaram muitos bósnios nativos e repeliram novos recrutas. Ao mesmo tempo, suas tentativas vigorosas em islamizar a população local com regras sobre indumentária e comportamentos apropriados foram amplamente repudiadas e desconsideradas. Em seu livro O Jihad da Al-Qaida na Europa: a ligação Afeganistão-Bósnia, Evan Kohlmann resume: "Apesar dos esforços vigorosos para ‘islamizar’ a população muçulmana da Bósnia, os nativos não podiam ser convencidos de abandonar os porcos, o álcool e manifestações públicas de afeto. As mulheres bósnias persistentemente se recusaram a usar o hijab ou seguir os outros mandamentos para o comportamento feminino, prescritos pelo extremo fundamentalismo islâmico".[carece de fontes?]

A assinatura do Acordo de Washington, em Março de 1994, pôs fim ao conflito Bósnia-Croácia. Enquanto isto o Mujahidin da Bósnia continuou a lutar contra os sérvios, o Acordo de Paz de Dayton de Novembro de 1995 acabou com aquele conflito e fez com que os lutadores estrangeiros debandassem e deixassem o país, ficando a ajuda condicionada a isto. Com o apoio do governo da Bósnia, forças da OTAN entraram efetivamente em ação para fechar suas bases e deportá-los. A um número limitado de antigos Mujahidin, que tinham ou casado com nativas da Bósnia, ou que não puderam achar um país para o qual pudesse ir, foi permitido ficar na Bósnia e eles foram agraciados com a cidadania bósnia. Mas com o fim da guerra na Bósnia, muitos veteranos comprometidos e endurecidos pela batalha já haviam retornado a territórios familiares.[carece de fontes?]

Retorno ao Afeganistão

Após a retirada soviética, o Afeganistão esteve efetivamente sem governo por sete anos, e sofreu com lutas internas constantes entre os antigos aliados, os vários grupos Mujahidin e seus líderes.[carece de fontes?]

Durante toda década de 1990, uma nova força começou a surgir. As origens do Talibã (literalmente "estudantes") estão em crianças afegãs, muitas delas órfãs de guerra e muitas que haviam sido educadas na rede de escolas islâmicas que expandiu rapidamente (os Madraçais) tanto em Candaar quanto em campos de refugiados na fronteira entre Afeganistão e Paquistão.

De acordo com o livro bem referenciado de Ahmad Rashid, Talibã, cinco líderes do Talibã se formaram em um único Madraçal, Darul Uloom Haqqania, Akora Khattak, perto de Peshawar que está situada no Paquistão, mas que era amplamente frequentada por refugiados afegãos. Esta instituição refletia a crença Salafi em seus ensinamentos e muito de seu financiamento veio de doações privadas de árabes ricos, para os quais Bin Laden oferecia continuidade. Quatro outras figuras de liderança (incluindo o líder Talibã perseguido Mullah Mohammed Omar Mujahed) frequentaram um Madraçal que possuía fundos similares e influenciaram o homólogo em Candaar, Afeganistão.

Os laços entre os árabes afegãos e o Talibã eram profundos. Muitos dos Mujahidin que mais tarde se juntaram ao Talibã lutaram ao lado do guerrilheiro afegão Mohammad Nabi no grupamento de Mohammadi Harkat i Inqilabi na mesma época da invasão russa. Este grupamento também se beneficiou da lealdade de muitos lutadores árabes afegãos.

Os conflitos internos contínuos entre as várias facções e a falta de leis, que se estabeleceu após a retirada soviética, permitiram que o crescente e bem-disciplinado Talibã expandisse seu controle pelo território afegão, e assim eles estabeleceram um subterritório o qual chamaram Emirado Islâmico do Afeganistão. Em 1994, conquistaram o centro regional de Candaar e conseguiram rápidos avanços territoriais logo após, vindo a conquistar a capital Cabul em Setembro de 1996.

Após o Sudão deixar claro, naquele ano, que Bin Laden e o seu grupo não era mais bem-vindo, o Afeganistão controlado pelo Talibã (com conexões pré-estabelecidas entre os grupos, uma maneira similar de encarar as relações mundiais e amplamente isolado da influência política e militar dos Estados Unidos) garantia uma localização perfeita para o quartel-general da Al Qaeda.

Cerca de duzentos seguidores de Bin Laden e suas famílias partiram de Cartum para Jalalabade por volta de 1996. Logo em seguida a Al-Qaeda gozou da proteção do Talibã e uma certa legitimidade por parte de seu Ministério da Defesa, apesar de somente o Paquistão, a Arábia Saudita e os Emirados Árabes Unidos reconheceram o Talibã como o legítimo governo do Afeganistão.

Os campos de treinamento da Al-Qaeda no Afeganistão e na fronteira com o Paquistão podem ter treinado militantes muçulmanos do mundo todo. Apesar da percepção de algumas pessoas, os membros da Al-Qaeda são etnicamente diversos e estão conectados pela sua versão radical do Islã.

Uma rede sempre crescente de apoiadores usufruía desta forma de refúgio seguro no Afeganistão controlado pelo Talibã, até o grupo ter sido derrotado por uma combinação de forças locais e tropas norte-americanas em 2001.

Início das operações militares contra civis

Em 23 de Fevereiro de 1998, Osama Bin Laden e Ayman al-Zawahiri do Jihad Islâmico do Egito instituíram a Fatwa sobre a bandeira da Frente Islâmica Mundial pela Jihad contra os Judeus e os Cruzados dizendo que "matar americanos e seus aliados, civis e militares é um dever individual de todo o muçulmano capaz de fazê-lo". Apesar de nenhum dos dois possuírem credenciais islâmicas, educação ou estatura para instituírem uma Fatwa de qualquer tipo, isto parece ter sido desconsiderado no entusiasmo do momento. Este também foi o ano do primeiro ataque de grande porte atribuído à Al-Qaeda: o bombardeio à Embaixada dos Estados Unidos (1998) na África do Leste, resultando em um total de trezentos mortos. Em 1999, o Jihad Islâmico do Egito uniu-se oficialmente à Al-Qaeda, e al-Zawahiri se tornou um confidente íntimo de Bin Laden.

Ataques de 11 de setembro

Os ataques de 11 de Setembro ao World Trade Center, os mais espectaculares e mortíferos da Al-Qaeda

Em 11 de setembro de 2001 , dois aviões de passageiros atingiram deliberadamente os edifícios do World Trade Center, um terceiro o Pentágono e o quarto,que teria como alvo o edifício do Congresso, despenhou-se num campo na Pensilvânia. Os alvos inicialmente pensados eram centrais nucleares, mas a ideia foi abandonada por se recear que tal tipo de ataque ficasse "fora de controle".[31]

Após os ataques atribuídos à Al-Qaeda, [32][33]os Estados Unidos começaram a constituir forças militares e a se preparar para atacar o Afeganistão (cujo governo protegia a organização de Bin Laden) como resposta. Nas semanas que precederam a invasão dos norte-americanos, o governo do Afeganistão pelo Talibã ofereceu por duas vezes entregar Bin Laden para um país neutro no qual fosse julgado, com a condição que os Estados Unidos provassem a culpa de Bin Laden nos ataques. Os Estados Unidos, entretanto, se recusaram e logo depois invadiram o Afeganistão, e, junto com a Aliança Afegã do Norte, depuseram o governo Talibã.

Como resultado desta invasão, os campos de treinamento do Talibã foram destruídos e muito da estrutura de operação atribuída à Al-Qaeda foi desmantelada, apesar da forte resistência que permaneceu no país e do fato de seus líderes principais, incluindo Bin Laden, não tenham sido capturados. O governo norte-americano agora afirma que dois terços dos principais líderes de toda Al-Qaeda de 2001 estão sob sua custódia (incluindo Ramzi bin al-Shibh, Khalid Sheikh Mohammed, Abu Zubaydah, Saif al Islam el Masry, e Abd al-Rahim al-Nashiri) ou mortos (incluindo Mohammed Atef), apesar de alertar que a organização ainda existe e batalhas entre as forças dos Estados Unidos e o Talibã ainda continuam.

Atividade no Iraque

Osama Bin Laden primeiro se interessou pelo Iraque quando este país invadiu o Kuwait em 1990; fato que levantou preocupações sobre o governo secular e socialista iraquiano, incluir em seu alvo a Arábia Saudita, pátria de Bin Laden e do próprio Islã. Em uma carta enviada ao Rei Fahd da Arábia Saudita, Bin Laden ofereceu mandar um exército de Mujahidin para defender a Arábia Saudita.[34]

Durante a Guerra do Golfo, os interesses da organização se dividiram entre a rebeldia contra a intervenção das Nações Unidas na região e o ódio ao governo secular de Saddam Hussein, expressões de preocupação pelo sofrimento no qual o povo islâmico no Iraque vinha passando.

Bin Laden se referia à Saddam Hussein (e aos Baatistas) como o Mal (adorador do Demônio ou Capeta) em seus discursos, gravando e escrevendo pronunciamentos, pedindo ao povo do Iraque que o depusesse.

Durante a invasão do Iraque de 2003, a Al-Qaeda teve um interesse formal maior na região, estando dito que foi a responsável por organizar e ajudar ativamente a resistência local das forças de coalizão de ocupação e a democracia emergente. Durante as eleições iraquianas em Janeiro de 2005 a Al-Qaeda se responsabilizou por nove ataques suicidas em Bagdá, capital daquele país.

Abu Musab al-Zarqawi, fundador da Jama'at al-Tawhid wal-Jihad e suposto aliado da Al-Qaeda, se juntou formalmente à Al-Qaeda em 17 de Outubro de 2004. A organização começou a adotar o nome de " Al-Qaeda na Terra entre os dois Rios: Iraque", ao invés do antigo nome "Jama'at al-Tawhid wal-Jihad". Na fusão al-Zarqawi declarou lealdade à Osama Bin Laden.

Papéis do Harmonia

Documentos resgatados da Al-Qaeda tornaram-se públicos recentemente, saindo do banco de dados Harmony e viraram assunto de um estudo publicado pelo Ponto Oeste intitulado Harmonia e Desarmonia: Explorando as Vulnerabilidades Organizacionais da Al-Qaeda. (ver link nas ligações externas). Estes papéis nos fornecem uma visão interessante da história do movimento, sua organização estrutural, as tensões entre os líderes e as lições aprendidas.

Um escritor da Al-Qaeda concluiu que uma das lições aprendidas é como a influência do pensamento secular Baatista distorce a mensagem do Jihad. Ele aconselha o movimento a não permitir que a mensagem do Jihad seja influenciada pela mensagem Baati iraquiana. (ver página 79 do documento citado acima).