Revolução Iraniana

Searchtool.svg
Esta página foi marcada para revisão, devido a incoerências e/ou dados de confiabilidade duvidosa (desde fevereiro de 2011). Se tem algum conhecimento sobre o tema, por favor, verifique e a coerência e o rigor deste artigo.
Question book.svg
Esta página ou secção não cita fontes confiáveis e independentes, o que compromete sua credibilidade (desde Fevereiro de 2011). Por favor, referências e insira-as corretamente no texto ou no rodapé. Conteúdo sem fontes poderá ser acadêmico)
Revolução Iraniana
Protestos em Teerão, em 1979
Outros nomesRevolução Islâmica
Revolução de 1979
انقلاب اسلامی
ParticipantesSociedade iraniana
LocalizaçãoPérsia (Irão)
Data7 de Janeiro de 1978 a 11 de Fevereiro de 1979
(1 ano, 1 mês e 4 dias)
ResultadoEstabelecimento de uma república islâmica no Irão, com leis conservadoras inspiradas no Islamismo e com o controle político nas mãos do clero. Afastamento do Irão em relação ao Ocidente. Política baseada na religião islâmica.

A Revolução Iraniana, ocorrida em 1979, transformou o Irã, até então uma monarquia autocrática pró-Ocidente comandada pelo Mohammad Reza Pahlevi, em uma república islâmica teocrática sob o comando do aiatolá Ruhollah Khomeini.

Para efeito de análise histórica, a Revolução Iraniana é dividida em duas fases: na primeira, houve uma aliança entre grupos liberais, grupos de esquerda e religiosos para depor o xá; na segunda, frequentemente chamada Revolução Islâmica, viu-se a chegada dos aiatolás ao poder.

Causas da Revolução Iraniana

  • A impopularidade do regime dos xás: o xá foi obrigado a promover a revolução branca, pressionado pelas potências ocidentais (Reino Unido, Estados Unidos). A cultura ocidental estava penetrando no Irã na mesma proporção da opressão do regime político.
  • Repressão política executada pelo Savak que empregava censura e recorreria a prisões, tortura de dissidentes, assassinatos de opositores ao regime implantado pelo xá Pahlevi.
  • Os problemas do regime: a pobreza e a inflação, resultado das ações do xá Reza Pahlevi, foram objetos de programa econômico do governo, porém sem sucesso.
  • O crescimento da rivalidade islâmica que se opôs à ocidentalização do Irã e viu em Aiatolá Khomeini um promotor da Revolução.
  • A subestimação do movimento islâmico do Aiatolá Khomeini pelo xá, pensando que esse movimento seria uma ameaça menor em comparação aos comunistas, algo comum no contexto da Guerra Fria.Mel