Revolução

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Revolução (do latim revolutìo,ónis, "ato de revolver") é uma mudança abrupta no poder político ou na organização estrutural de uma sociedade que ocorre em um período relativamente curto de tempo.[1] O termo é igualmente apropriado para descrever mudanças rápidas e profundas nos campos científico-tecnológico, econômico e comportamental humano.

Conceitos

Segundo o Dicionário Houaiss a palavra revolução é datada do século XV e designa: "grande transformação, mudança sensível de qualquer natureza, seja de modo progressivo, contínuo, seja de maneira repentina"; "movimento de revolta contra um poder estabelecido, e que visa promover mudanças profundas nas instituições políticas, econômicas, culturais e morais".[2]

Aristóteles descreveu dois tipos de revolução política:

  • Completa mudança de uma constituição para outra
  • Modificação de uma constituição existente.[3]

As revoluções tem ocorrido durante a História da humanidade e variam muito em termos de métodos, duração e motivação ideológica. Podem dar-se por formas pacíficas ou violentas. Seus resultados incluem grandes mudanças na cultura, economia, e drástica mudança das instituições e ideários sócio-políticos. O pensador comunista italiano Antonio Gramsci (1891-1937) desenvolveu o conceito de "revolução passiva"[4] (ou "revolução sem revolução").[5]

Debates acadêmicos sobre o que constitui e não constitui um foco de revolução são feitas em torno de várias questões.

Os primeiros estudos das revoluções principalmente analisados eventos na história da Europa de uma perspectiva psicológica, mas exames mais modernos incluem eventos globais e incorporar as perspectivas de várias ciências sociais, incluindo sociologia e ciência política.

Várias gerações de pensamento acadêmico sobre as revoluções têm gerado muitas teorias concorrentes e contribuiu muito para a atual compreensão desse fenômeno complexo.