Eclipse lunar de 31 de janeiro de 2018

Eclipse lunar total
31 de janeiro de 2018
Lunar eclipse January 31 2018 California Alfredo Garcia Jr mideclipse.jpg Eclipse total visto da Califórnia, EUA
Lunar eclipse chart close-2018Jan31.png
A Lua cruzando dentro da metade sul do cone de sombra da Terra, de oeste para leste (da direita para a esquerda), com o disco lunar avermelhado durante a totalidade.
Gamma−0.3014
Saros (e membro)124 (49 de 74)
Sequência de eclipses lunares
Anterior7 de agosto de 2017
Próximo27 de julho de 2018
Duração (hr:mn:sc)
Total1:16:04
Parcial3:22:44
Penumbral5:17:12
Fases e Horários do Eclipse (UTC)
P110:51:15
U111:48:27
U212:51:47
Máximo13:29:50
U314:07:51
U415:11:11
P416:08:27

O eclipse lunar de 31 de janeiro de 2018 foi um eclipse lunar total, o primeiro de dois eclipses totais do ano. Foi visível na Ásia, Austrália, Oceano Pacífico e oeste da América do Norte. Teve magnitude umbral de 1,3155 e penumbral de 2,2941. Sua duração (como eclipse total) foi de 76 minutos.[1]

A Lua cruzou a metade sul da sombra da Terra, em nodo ascendente, dentro da constelação de Câncer. A região umbral cobriu toda a superfície lunar, deixando o disco avermelhado, com um leve brilho na extremidade sul, que estava próximo da borda externa da sombra. Os eclipses totais são popularmente conhecidos como Lua de Sangue ou Lua Vermelha.

Superlua azul de sangue

Este eclipse total coincidiu com a última superlua de uma série de três; as duas anteriores foram em 3 de dezembro de 2017 e 1 de janeiro de 2018. O fenômeno ocorre quando a lua cheia coincide com o perigeu da Lua, o ponto de sua órbita elíptica mais próximo da Terra, com o disco lunar ficando um pouco maior e mais brilhante. O eclipse coincidiu ainda com a lua azul, nome popular dado à segunda lua cheia que ocorre num mesmo mês, com uma no início e outra no fim do mês. Dessa maneira, o evento dos três fenômenos ocorrendo simultaneamente foi chamado, pela NASA, de Superlua Azul de Sangue. O último fenômeno deste tipo ocorreu em dezembro de 1982, embora em algumas partes do mundo a última Superlua Azul de Sangue visível tenha ocorrido em 1866.[2][3]