Anarquismo no México

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O anarquismo no México constitui uma série de movimentos sociais de caráter político e ideológico que se opunham a dominação colonial espanhola e aos tipos de opressão governamental que ocorreram no país.

Cartaz anarquista contra o desmatamento no México.

Antes das conquistas espanholas, alguns povos indígenas tinham estruturas de decisão baseadas em participação, discussão e consenso, marcas do Anarquismo contemporâneo. Nos dias de hoje, assembleias indígenas comunitárias e modos coletivos de decisão esclarecem alguns movimentos de esquerda, como o Exército Zapatista de Libertação Nacional. Essas práticas influenciaram largamente os movimentos anarquistas no México, Estados Unidos e internacionalmente.

Início

Em 1824, o socialista utópico galês Robert Owen tentou, sem sucesso, adquirir um distrito de cinquenta léguas para desenvolver uma colônia nas províncias mexicanas de Coahuila e Texas com os mesmos princípios apresentados em New Harmony.[1] O pedido de Owen foi negado pelo governo mexicano.

Durante o ano de 1861, o grego Plotino Rhodakanaty, tentou implementar as ideias de Fourier e Proudhon. Publicou a Cartilla Socialista, um manual explicando as ideias de Fourier. Alguns de seus adeptos, como Francisco Zalacosta, Santiago Villanueva e Hermenegildo Villavicencio tornaram-se os primeiros ativistas dos direitos dos trabalhadores no México. Outros discípulos de Rhodakanaty fundaram uma escola chamada La Social, Sección Internacionalista seguindo as ideias do filósofo Bakunin. Esses ativistas organizaram uma das primeiras sociedades mutualistas no México. Mutualismo era o termo preferido para o anarquismo por parte das autoridades mexicanas.